A necessidade de mostrar os próprios podres é humano. Contar planos, ideias, teorias e ilusões é entusiasmante. É bom ter alguém que diga "não é nada disso", que discorde, essa boa discórdia que arrebita numa confissão lá de baixo e pondera numa exaltação lá de cima mas mostrar a alma é humilhante. Só o fazemos a quem nos mostra a sua fragilidade. É um jogo à vez.
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